O investimento em dividendos oferece uma alternativa para quem busca menor volatilidade e a oportunidade de criar um fluxo de renda recorrente, além do crescimento do valor de mercado do portfólio pela apreciação das ações.
Obs. Esse artigo não se tratar de uma carteira recomendada e sim uma analise do nosso entendimento de mercado. Todo investimento pode trazer risco de perdas significativa se a pessoa não tiver uma boa assessoria.

Curto prazo: Verde
Preço-alvo: 16,50
O segmento de geração de energia possuí margens elevadas e um certo grau de previsibilidade, dado que parte da receita já é contratada. Assim sendo, a AES Tietê apresenta lucros consistentes, embora possa haver um certo grau de volatilidade dependendo da incidência de chuvas. Estimamos um dividend yield de 9,8% em 2020-21.

Curto prazo: Verde
Preço-alvo: 33,00
O segmento de transmissão de energia é baseado em receitas fixas e margens elevadas, proporcionando um estável fluxo de dividendos. Apesar de acreditarmos que as ações estão próximas do valor justo, a TAESA deve se beneficiar no curto prazo, a de um cenário de queda das taxas de juros, que aumenta a atratividade de pagadoras de dividendos.

Curto prazo: Verde
Preço-alvo: 107,00
A elevada distribuição de dividendos da Sanepar se deve à política de dividendos da companhia. A política prevê a distribuição do dividendo mínimo de 25% do lucro, além de 25% adicionais caso a situação financeira da empresa o permita (o que acontece desde 2012). Estimamos um dividend yield de 6,8% entre 2020 e 2022.

Curto prazo: Verde
Preço-alvo: 29,00
Após a privatização da companhia, o foco do mercado será em agendas de eficiências de custos para reduzir a diferença de R$20/m3 de custos operacionais para as pares privadas. Por ter baixo endividamento e receber relevantes recursos de um acordo com a Eletrobras anunciado em 2018 e antecipação dos recebíveis da Amazonas Energia R$1,4 bi em setembro de 2019, estimamos dividendos de 7,6% para a BR em 2020-21
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